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Após cinco meses seguidos de baixas e uma ansiedade crescente entre investidores, os fundos imobiliários finalmente voltaram a valorizar no mês de fevereiro. Isso significa que os investidores já começam a se animar e perguntar quais as melhores oportunidades no mercado imobiliário.
O Ifix, principal índice de referência para a classe no Brasil, subiu 3,34% e mostrou sinais de recuperação, interrompendo uma sequência negativa que vinha desde setembro do ano passado.
Essa reviravolta abriu espaço para ganhos expressivos em diversos segmentos de FIIs e renovou a confiança do mercado. E o contexto positivo continua em março.
Ao observar o mercado imobiliário, os fundos de tijolo se destacam como uma das melhores oportunidades no momento. No entanto, é essencial saber onde focar a atenção para aproveitar essas chances.
Nos últimos 12 meses, o valor patrimonial (VP) dos FIIs permaneceu relativamente estável, mas a relação P/VP sofreu uma queda expressiva.
O gráfico abaixo, com a linha traçada em janeiro de 2024, mostra claramente que o P/VP dos FIIs indicados diminuiu substancialmente. A maior parte dessa mudança é atribuída à queda no valor de mercado das cotas, não a uma deterioração dos ativos em si.
Vale destacar que nenhum desses FIIs enfrenta problemas estruturais, alavancagem descontrolada, vacância prolongada ou enfraquecimento dos fundamentos da carteira imobiliária.
Mesmo as reavaliações patrimoniais, que tendem a ser desfavoráveis em cenários de juros elevados como o atual, tiveram impactos limitados no último ciclo.
Portanto, a queda no P/VP – apesar de ser alvo de críticas – foi majoritariamente impulsionada pela desvalorização das cotas no mercado, e não por um desgaste dos imóveis.
Um dos fatores principais que têm afastado os investidores dos FIIs é a expectativa de juros altos. No ano passado, quando o mercado percebeu que os juros permaneceriam elevados por mais tempo, os FIIs sofreram queda. Porém, à medida que o ciclo de alta das taxas de juros chegar ao fim, é provável que vejamos uma recuperação no valor de mercado desses fundos.
Carolina Borges, analista da EQI Research, aponta que essa discrepância entre o valor real dos imóveis e o preço dos FIIs apresenta uma das melhores oportunidades de investimento no mercado. Para investidores que buscam qualidade com desconto, essa é uma janela promissora.
Os exemplos abaixo reforçam a tese de que os FIIs de tijolo estão sendo negociados a preços muito abaixo do valor real dos ativos imobiliários. Enquanto o mercado físico de imóveis continua aquecido e com preços em alta, os FIIs oferecem acesso a esses mesmos ativos com descontos expressivos e potenciais retornos mais elevados.
Também há lojas de rua estrategicamente posicionadas para atender às necessidades dos inquilinos, com contratos longos e imóveis projetados sob medida, e shopping centers localizados em diversas regiões do Brasil.
Esses são ativos que, segundo explica Carolina, dificilmente os investidores individuais teriam acesso em grande escala – e muito menos a preços tão atrativos.
Essa seleção faz parte da carteira Investidor Imobiliário, que a própria Carolina Borges, Head e analista da EQI Research gerencia e que está disponível no aplicativo EQI+.
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