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O aluguel já pesa no orçamento de muitos brasileiros, mas a pergunta que não quer calar é: ele vai subir ainda mais em 2025? A resposta não é tão simples, mas o mercado imobiliário é sempre influenciado por diversos fatores econômicos, como inflação, taxa de juros e oferta de imóveis. Mas será que os preços vão disparar ou há chances de estabilização? Vamos entender melhor o que pode acontecer.
Antes de qualquer previsão, é importante entender o que faz o preço do aluguel subir ou cair. Mas não é só uma questão de demanda – há diversos fatores em jogo, como:
Inflação: Se os preços gerais da economia sobem, os aluguéis tendem a acompanhar.
Taxa de juros: Quando os juros estão altos, o financiamento imobiliário fica mais caro, fazendo com que mais pessoas optem por alugar em vez de comprar, pressionando os preços.
Oferta e demanda: Se há muitos imóveis disponíveis, os preços tendem a cair. Mas se a procura for maior que a oferta, os aluguéis podem subir.
Índices de reajuste: O IGP-M e o IPCA são os principais índices usados para reajustar os aluguéis. Mas cada contrato pode ter suas próprias regras.
Políticas governamentais: Mudanças na legislação, incentivos fiscais ou programas habitacionais também podem impactar os preços.
Com base nas projeções econômicas, o mercado imobiliário pode passar por algumas mudanças no próximo ano. Mas vamos aos fatos:
O Banco Central já iniciou um ciclo de queda da Selic, mas isso não significa que o financiamento imobiliário ficará barato de uma hora para outra. Mas, à medida que os juros caem, mais pessoas podem voltar a comprar imóveis, reduzindo a pressão sobre os aluguéis.
Por outro lado, se a queda for lenta, muita gente ainda preferirá alugar em vez de assumir um financiamento caro, o que pode manter os preços altos.
A inflação deu sinais de desaceleração, mas isso não significa que os preços vão cair. O aluguel normalmente sobe de forma gradual e, mesmo com uma inflação mais baixa, os reajustes continuarão acontecendo. Mas há uma boa notícia: se o IGP-M e o IPCA se mantiverem estáveis, os reajustes podem ser menores do que os registrados nos últimos anos.
Em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, o número de lançamentos imobiliários tem aumentado, o que pode ajudar a segurar os preços dos aluguéis. Mas nem todas as regiões seguem o mesmo ritmo. Em cidades menores ou em bairros muito valorizados, a demanda ainda pode superar a oferta, pressionando os preços para cima.
A busca por aluguel tem mudado. Mas como assim? Muitas pessoas estão optando por imóveis menores e localizações mais estratégicas para economizar. O modelo de co-living (compartilhamento de moradia) também está crescendo, o que pode influenciar a precificação dos imóveis de diferentes formas.
Se você pretende alugar um imóvel no próximo ano, algumas estratégias podem ajudar a encontrar boas oportunidades:
( 11 ) 99985-1528
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( 11 ) 93801-5635
( Vistorias e Rescisões )
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